Os procedimentos odontológicos estão cada vez mais acessíveis a grande parte da população, dentre os procedimentos mais procurados estão os implantes dentários que são utilizados para substituir de forma artificial as raízes dos dentes naturais.
A ausência de um ou mais dentes que pode ocorrer por traumas, acidentes, problemas periodontais ou outras patologias, traz além de uma deficiência na função mastigatória, em alguns casos, um constrangimento aos pacientes por afetar de forma direta a estética.
Para devolver a harmonia do sorriso e a função mastigatória o recurso mais indicado passa pela implantodontia, porém, ainda existem muitos mitos e lendas em relação aos implantes dentários,como rejeição, dor, mal hálito, estética deficiente. E sabemos que estes argumentos não se encaixam mais na implantodontia moderna.
Outras dúvidas muito comuns que ocorrem, são no momento de explicar ao paciente o que é um implante e quais são suas fases e etapas.
Os implantes dentais são ancoragens com formatos de cilindro ou parafusos feitos de titânio ou zircônia que servem para substituir a raiz do dente e são fixados na estrutura óssea do paciente.
Sobre esta estrutura geralmente de titânio será construído um novo elemento dental. No primeiro momento se confecciona um dente provisório, e depois que o implante e o tecido gengival já estão cicatrizados por completo faz o trabalho em porcelana, ou seja, o implante normalmente é dividido em três fases: implante; provisório e coroa de porcelana.
Os implantes também podem suportar próteses de arcos totais tipo dentadura, trazendo mais segurança e qualidade de vida aos pacientes.
O índice de sucesso dos implantes atuais fica em torno de 95% de satisfação. E este recurso serve para todos os pacientes desde que o mesmo tenha saúde para realizar o procedimento cirúrgico. Na maioria das vezes os procedimentos são realizados com anestesia local no próprio consultório. Em alguns casos podemos lançar mão da sedação realizado por um médico anestesista. E sempre que vamos realizar um procedimento cirúrgico solicitamos exames de rotina: exame de sangue, urina e uma avaliação cardiológica.
É necessário, ainda, que o paciente que recebe o implante tenha consciência da necessidade de manter a higiene bucal de maneira adequada e manter um programa de manutenção e proservação na consultório de acordo com a orientação do dentista.
Fabricio Leite integra a equipe do IPPO desde 2014, participando dos cursos clínicos e de especialização em implantodontia.
Os procedimentos odontológicos estão cada vez mais acessíveis a grande parte da população, dentre os procedimentos mais procurados estão os implantes dentários que são utilizados para substituir de forma artificial as raízes dos dentes naturais.
A ausência de um ou mais dentes que pode ocorrer por traumas, acidentes, problemas periodontais ou outras patologias, traz além de uma deficiência na função mastigatória, em alguns casos, um constrangimento aos pacientes por afetar de forma direta a estética.
Para devolver a harmonia do sorriso e a função mastigatória o recurso mais indicado passa pela implantodontia, porém, ainda existem muitos mitos e lendas em relação aos implantes dentários,como rejeição, dor, mal hálito, estética deficiente. E sabemos que estes argumentos não se encaixam mais na implantodontia moderna.
Outras dúvidas muito comuns que ocorrem, são no momento de explicar ao paciente o que é um implante e quais são suas fases e etapas.
Os implantes dentais são ancoragens com formatos de cilindro ou parafusos feitos de titânio ou zircônia que servem para substituir a raiz do dente e são fixados na estrutura óssea do paciente.
Sobre esta estrutura geralmente de titânio será construído um novo elemento dental. No primeiro momento se confecciona um dente provisório, e depois que o implante e o tecido gengival já estão cicatrizados por completo faz o trabalho em porcelana, ou seja, o implante normalmente é dividido em três fases: implante; provisório e coroa de porcelana.
Os implantes também podem suportar próteses de arcos totais tipo dentadura, trazendo mais segurança e qualidade de vida aos pacientes.
O índice de sucesso dos implantes atuais fica em torno de 95% de satisfação. E este recurso serve para todos os pacientes desde que o mesmo tenha saúde para realizar o procedimento cirúrgico. Na maioria das vezes os procedimentos são realizados com anestesia local no próprio consultório. Em alguns casos podemos lançar mão da sedação realizado por um médico anestesista. E sempre que vamos realizar um procedimento cirúrgico solicitamos exames de rotina: exame de sangue, urina e uma avaliação cardiológica.
É necessário, ainda, que o paciente que recebe o implante tenha consciência da necessidade de manter a higiene bucal de maneira adequada e manter um programa de manutenção e proservação na consultório de acordo com a orientação do dentista.
Fabricio Leite integra a equipe do IPPO desde 2014, participando dos cursos clínicos e de especialização em implantodontia.
Os procedimentos odontológicos estão cada vez mais acessíveis a grande parte da população, dentre os procedimentos mais procurados estão os implantes dentários que são utilizados para substituir de forma artificial as raízes dos dentes naturais.
A ausência de um ou mais dentes que pode ocorrer por traumas, acidentes, problemas periodontais ou outras patologias, traz além de uma deficiência na função mastigatória, em alguns casos, um constrangimento aos pacientes por afetar de forma direta a estética.
Para devolver a harmonia do sorriso e a função mastigatória o recurso mais indicado passa pela implantodontia, porém, ainda existem muitos mitos e lendas em relação aos implantes dentários,como rejeição, dor, mal hálito, estética deficiente. E sabemos que estes argumentos não se encaixam mais na implantodontia moderna.
Outras dúvidas muito comuns que ocorrem, são no momento de explicar ao paciente o que é um implante e quais são suas fases e etapas.
Os implantes dentais são ancoragens com formatos de cilindro ou parafusos feitos de titânio ou zircônia que servem para substituir a raiz do dente e são fixados na estrutura óssea do paciente.
Sobre esta estrutura geralmente de titânio será construído um novo elemento dental. No primeiro momento se confecciona um dente provisório, e depois que o implante e o tecido gengival já estão cicatrizados por completo faz o trabalho em porcelana, ou seja, o implante normalmente é dividido em três fases: implante; provisório e coroa de porcelana.
Os implantes também podem suportar próteses de arcos totais tipo dentadura, trazendo mais segurança e qualidade de vida aos pacientes.
O índice de sucesso dos implantes atuais fica em torno de 95% de satisfação. E este recurso serve para todos os pacientes desde que o mesmo tenha saúde para realizar o procedimento cirúrgico. Na maioria das vezes os procedimentos são realizados com anestesia local no próprio consultório. Em alguns casos podemos lançar mão da sedação realizado por um médico anestesista. E sempre que vamos realizar um procedimento cirúrgico solicitamos exames de rotina: exame de sangue, urina e uma avaliação cardiológica.
É necessário, ainda, que o paciente que recebe o implante tenha consciência da necessidade de manter a higiene bucal de maneira adequada e manter um programa de manutenção e proservação na consultório de acordo com a orientação do dentista.
Fabricio Leite integra a equipe do IPPO desde 2014, participando dos cursos clínicos e de especialização em implantodontia.